FINALMENTE: Toy Story 3

Escrito por Felipe Barros em 30.06.2010, 23:39

Toy Story 3

Resumindo: de cortar o coração.

A Pixar detonou de novo, óbvio! Não dá pra competir com os produtores de Procurando Nemo, Monstros S.A. e Wall-E. É impossível! Eles dominaram totalmente a forma de fazer filmes que mexam com os sentimentos dos espectadores e, tecnicamente, melhoram a cada ano. E olha que eu assisti em 2D…

Não vou analisar os aspectos ou os personagens do filme. A história é sensacional. De fato, o melhor filme da trilogia. Mas não o melhor da Pixar. Sinto muito, mas para superar Wall-E vai ser muito difícil. E a Pixar não é o Galvão Bueno pra se superar a cada dia.

Uma coisa eu digo: O GARRA DETONA!

Fim.

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O ex-namorado da minha mulher

Escrito por Felipe Barros em 17.01.2010, 22:49

Tom se vê obrigado a trabalhar na agência de publicidade de seu excêntrico sogro, em Ohio, quando sua esposa Sofia fica grávida. Chip Sanders, ex-namorado de Sofia, mulherengo e paraplégico, fará de tudo para boicotar Tom e seduzir a ex, em situações tragicômicas.

Com Zach Braff, Amanda Peet e Jason Bateman.

Apesar da sinopse bizarra quase no estilo Sessão da Tarde, gostei do filme e recomendo.

Tá passando nos canais HBO. Veja a programação.

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Você também abandonou seus brinquedos?

Escrito por Felipe Barros em 12.10.2009, 12:53

Não sou criança já há bastante tempo. Minha infância é lembrada sempre com saudosismo, como quase todo mundo faz. Não é rara uma discussão sobre os brinquedos e programas de televisão que assistíamos quando éramos pequenos e não tínhamos preocupações maiores que “do que vamos brincar agora?”

Toy Story, de 1995, trata da relação de uma criança com seus brinquedos. O primeiro longa da Pixar mostra como Andy era capaz de amar tanto o velho cowboy de pano como o novíssimo astronauta cheio de engenhosidades tecnológicas. Me lembro de ter alugado essa fita (sim, era fita ainda na época) e assistido umas três vezes (ou mais) antes de devolver.

E o filme alimentou ainda mais a minha já criativa imaginação. Eu dormia pensando se meus bonecos não aproveitavam que ninguém estava olhando pra fazer suas festinhas ou participar de aventuras que eu não era capaz de criar pra eles.

Em 1999 foi lançada uma continuação que trata um pouco do abandono dos brinquedos depois que seu dono cresce. Eu já estava entrando nessa fase de abandono dos meus brinquedos, mas adolescente não tem coração e o filme não me influenciou tanto quanto o primeiro.

Ano que vem, no entanto, será lançado o terceiro longa-metragem da franquia. E pelo trailer eu imagino que Toy Sotry 3 será um tiro no coração de todos os “jovens adultos” que simplesmente abandonaram seus brinquedos, se esquecendo das histórias vividas por Woody, Buzz Lightyear e seus companheiros.

A Pixar tem o dom de mexer com seus espectadores. Vou esperar pra ver qual mensagem bacana esse filme vai passar. E tenho certeza de que não vou me arrepender.

O trailer eu peguei sem autorização do Omelete.

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Bastardos Inglórios

Escrito por Felipe Barros em 11.10.2009, 1:48

Um puta duelo verbal. Violência. Sangue. Outro duelo verbal. Mais violência. Mais sangue. Violência desnecessária e mais sangue. Clímax. Explosão. Final de explodir a cabeça.

Com esse resumo em mente, assista ao filme Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, que estreou ontem nos cinemas brasileiros. Se você já conhece o trabalho do diretor e gosta, pode esperar algo que é possivelmente o melhor filme dele até agora. Se você não gosta, é melhor mesmo ficar em casa e guardar o dinheiro do ingresso.

Os filmes de Tarantino são famosos por diálogos longos e cheios de reviravoltas. É difícil saber o que os personagens realmente estão tramando, se estão falando mesmo a verdade ou só distraindo (ou bincando com) a vítima.

E as cenas de violência são geralemente tão desnecessárias quanto cruéis e agonizantes. Poucos têm coragem de assistir até o fim, a maioria vira a cara e espera acabar.

A atuação de Christoph Waltz é espetacular. Brad Pitt não faz feio. Diane Kruger é uma ótima atriz e uma atriz muito boa. Ah, sim! Tem bastante cenas engraçadas, como de costume nos filmes do Tarantino.

O meu resumo do filme é só aquele do primeiro parágrafo mesmo. Porque eu gosto, de vez em quando, de ver filmes sem ter noção do roteiro. Se você estiver interessado em saber mais sobre Bastardos Inglórios, o Google tá aí pra ajudar.

Pra quem for, desejo bom filme. Vale a pena. Pra quem não quiser ir, espero que seja só por não gostar do estilo violento dos filmes do Tarantino. E boa sorte com suas comédias românticas.

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Não é outro besteirol americano, definitivamente

Escrito por Felipe Barros em 22.07.2009, 0:34

O filme Não É Outro Besteirol Americano, de 2001, é o único “filme-paródia” dos anos 2000 que se salva, se não estou enganado. Todo Mundo em Pânico é razoável, mas meio forçado. As continuações dão vergonha de tanto que forçam a piada. Deu a Louca em Hollywood é um lixo. Tem um que zoa com Mitch, Conselheiro Amoroso e outras comédias românticas que também é uma porcaria e eu não lembro o nome.

As bases do filme são Ela É Demais, Beleza Americana, American Pie, 10 Coisas que Eu Odeio em Você, Nunca Fui Beijada e Segundas Intenções. Um resumo bem básico do que se passa está na música cantada por quase todos os personagens do filme antes do Baile de Formatura:

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=LArygQ6I7Vc 390 315]

A diferença do Não É Outro Besteirol Americano pra todos os que vieram depois dele é que este brinca mais com os estereótipos, faz uma piada sutil, não joga cenas facilmente reconhecíveis que acaba com alguma porrada ou um trocadilho besta com uma cena específica do filme parodiado.

Não É Outro Besteirol Americano tem um roteiro que faz sentido. Assim como Cara, Cadê meu Carro? (que não chega a ser uma paródia) ou Spaceballs (uma aula de filme-paródia). Os outros, não. É comédia pastelão burra, sem sentido. Algumas pessoas se cagam de rir com essas porcarias, eu não consigo.

É bem o que o Kid escreveu sobre filmes de paródia: “Não há realmente uma paródia; é simplesmente piadinhas referenciais. Os caras enfiam uma sósia de um personagem qualquer no filme, e pronto”. Não tem graça, não tem piada. É como se eu me fantasiasse de Batman e fosse atropelado por um ônibus em São Paulo. Isso é engraçado? Definitivamente, não.

Felizmente, Não É Outro Besteirol Americano é um filme com roteiro que tem começo, meio e fim. E é bem amarrado. As paródias estão implícitas, não explícitas. Você compreende muito bem se tiver as referências. E é isso que é paródia: piada com referência. Family Guy e Simpsons (em seus melhores dias, especialmente) fazem muito disso. E com maestria, por isso são tão engraçados.

Comédia forçada me dá vergonha. Não me faz rir, me faz ter vontade de enfiar a cabeça dentro de um buraco no chão, que nem o avestruz quando está com medo. Aliás, você sabe qual é a velocidade de um avestruz africano macho?

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Fotos de Transformers 2

Escrito por Felipe Barros em 20.05.2009, 12:42

O filme de Transformers é um lixo, como eu analisei anteriormente neste post. Mas tem a Megan Fox, que é uma das coisas que amenizou um pouco meu ódio pelo filme. Não fosse ela e eu provavelmente não teria assistido até o final. E olha que ela nem tá tão bonita assim no filme!

Mesmo com o lixo produzido anteriormente, já foi anunciada uma continuação (gênios!). Não sei se os defeitos do primeiro filme serão corrigidos, mas eu duvido. Até porque os defeitos são as características dos filmes de Michael Bay, diretor dos filmes.

Bom, sem mais delongas, as fotos de Transformers: Revenge of the Fallen:

Megan Fox detona em Transformers 2

E isso é tudo o que vale a pena até o momento. Se quiser ver mais, clique aqui.

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Filme do Sherlock Holmes?

Escrito por Felipe Barros em 19.05.2009, 23:03

Pois é, hoje fiquei sabendo que vai sair uma  adaptação do Sherlock Holmes pro cinema. Com o Robert Downey Jr. no papel do detetive mais famoso do planeta. Assisti ao trailer e fiquei bestificado. No mau sentido.

Quero deixar claro que não sou contra adaptações no cinema. Pelo contrário, sou totalmente a favor. Até porque adaptações são necessárias. Claro, cinema é cinema e livro é livro, dã. Cada um tem o seu ritmo, suas características. O livro depende bastante do leitor, o filme nem tanto. Acho até que já falei mais ou menos sobre isso aqui.

Mas transformaram Sherlock Holmes numa espécie de… James Bond, na falta de uma comparação mais “exata”. Coisas sobrenaturais, tiros, perseguições, brigas, rolos com mulheres (ok, eu li pouco de Sherlock Holmes, mas desconheço histórias dele com mulheres), enfim, ingredientes comuns no agente “secreto” britânico, mas que nada têm a ver com o grande detetive, que virou até adjetivo.

Pô, não estou nem dizendo que o filme vai ser ruim, longe disso. Assim como não podemos julgar um livro pela capa, não é certo julgar um filme pelo trailer. Mas se queriam fazer um filme sobre um detetive esperto bagarai que se mete em altas confusões, por que tinham que usar o nome do Sherlock Holmes? Não podiam ter inventado um personagem novo?

Eu sei que usar o nome de Holmes atrai mais público, e que a adaptações são necessárias, e que eu sou um chato… Mas precisava descaracterizar o personagem totalmente?

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Filme dos Transformers

Escrito por Felipe Barros em 01.12.2008, 11:57

O filme de Transformers não é definitivamente ruim, mas não é nada bom, na real. As piadas são sem graça, os personagens não têm profundidade nenhuma e as cenas de ação ficaram muito ruins. A câmera fica girando, você se perde. Uma hora vê o Megatron brigando com o Optimus Prime, e do nada ele tá bombardeando a galera.

Ou eu que confundi. Os robôs mesmo são praticamente irreconhecíveis nas cenas de ação, você não consegue saber direito quem é quem e quem quer o quê. Como um filme de ação, pura e simplesmente, o filme já é uma merda. O resto não consegue se salvar em nada, também.

Valeu, Michael Bay! Mais um filme horrível pra sua filmografia. E me recuso a escrever muito mais do que isso.

quer um pedaço de mim?

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Top 7: filmes que assisti no cinema

Escrito por Felipe Barros em 11.10.2008, 19:14

Não sou grande freqüentador das salas com telas grandes, nas quais são exibidas produções de duração maior que uma hora, também conhecidas como cinema. Talvez por isso essa seleção tem muitos filmes recentes, e até alguns filmes que, se não deixam de ser bons, não estariam em qualquer outro tipo de lista (talvez numa lista de “filmes não tão bons que valem a pena”). Sem mais delongas, vamos à lista:

7. Homem-Aranha 2 (2004)/ X-Men 3: O Confronto Final (2006)
Muito bom começar uma lista pessoal com um empate técnico. Mas eu realmente gosto bastante desses dois filmes, e não quero ficar pensando longamente se prefiro um ou outro. O importante é que eu assisti a ambos no cinema, depois de longas semanas de espera (até parece, nunca lembro datas de lançamentos de filmes) e gostei.

E a lista é minha, eu faço ela como quiser.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=GYOYewO_Veg 350 290]

6. Sexto Sentido (1999)
Grande filme de M. Night Shyamalan. Acho que é o único filme dele que eu colocaria em alguma lista (visto que não sou fã de listar coisas que não gosto). Corpo Fechado é razoável, e depois disso Shyamalan só escreveu e dirigiu porcarias. Dificilmente esse filme estaria na lista se eu freqüentasse mais o cinema. Filmes como Sin City, V de Vingança, entre outros que eu fiquei de ir assistir e não fui são melhores que Sexto Sentido.

Engraçado que eu perdi boa parte do começo desse filme quando fui ver no cinema, e só consegui ver o pedaço perdido muito tempo depois. Esse, aliás, é outro hábito meu, o de pegar filmes pela metade e esperar ter a sorte de pegar desde o começo qualquer dia. O pior é que geralmente eu consigo.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=bN6PpM5b0A4 350 290]

5. Johnny English (2003)
Comédia é, definitivamente, meu gênero preferido. Em tudo: literatura, cinema, televisão… E Johnny English me proporcionou tantos momentos de risos no cinema que foi, se não me engano, o único filme em toda minha vida pelo qual paguei duas vezes pra assistir no cinema.

A seqüência que ele invade a empresa do Pascal Sauvage é hilária. Quando eu fui ver pela segunda vez, comecei a rir momentos antes de a cena começar. O pessoal estranhou, mas eu não liguei. Sabia o que estava por vir.

Infelizmente, não encontrei essa seqüência no youtube. Mas tem outras muito boas também, como a que segue:

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=ttfQr7diP5w 350 290]

4. Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembrança (2004)
Outro filmaço. Muito bem trabalhado, prende a atenção do começo ao fim. Pra ser sincero, não me lembro muito das circustâncias que me levaram a assistir a esse filme no cinema, com quem eu fui, que mês era e o que eu estava fazendo da vida na época.

Acho que até escrevi sobre Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças no meu blog da época, mas não tenho certeza. Mais engraçado ainda é que só me lembrei desse filme (e, conseqüentemente, do quão bom ele é) vendo a lista dos 250 melhores filmes segundo os visitantes do IMDB. Problemas sérios com minha memória pontual.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=zeS79RJBVYY 350 290]

3. Wall-E (2008)
Indiscutivelmente um dos três melhores filmes da Pixar. Não sei exatamente em qual posição, mas disputa de igual pra igual com Procurando Nemo, Monstros S/A e Toy Story. Ops, no total dá quatro filmes…

De qualquer forma, Wall-E é um filmaço. Cativante, engraçado e passa uma mensagem muito importante. É tão bom que eu fiz questão de ir ao cinema assistir, mesmo já tendo assistido a uma versão alternativa (e de péssima qualidade). E em um golpe muito interessante do karma, eu peguei uma sessão do cinemark que custa só R$2,00 a meia.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=TCQxbx30TI0 350 290]

2. Indiana Jones e o Eeino da Caveira de Cristal (2008)
Eu não era nascido pra ir ao cinema quando foram lançados os filmes da trilogia original. Exceto pelo terceiro, mas eu era muito novo em 1989. Logo, pude assistir apenas ao mais novo filme do arqueólogo preferido de todos na telona. E o filme realmente não decepcionou, sendo melhor até mesmo que o segundo da franquia, Indiana Jones e o Templo da Perdição (que não podia mesmo ser bom com um nome desses).

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal certamente trouxe boas lembranças aos que assistiram a trilogia original no cinema e ótimos momentos a quem não teve a chance de assistí-la. Se é o melhor filme da franquia ou não, já é outra história, e cada um tem sua opinião. Não que eu ache o Reino da Caveira de Cristal o melhor, porque não acho.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=2BgyhHBoz50 350 290]

1. Batman: o Cavaleiro das Trevas (2008)
Não tem discussão. Batman: o Cavaleiro das Trevas é o melhor filme que eu já vi no cinema. Batman Begins só não entrou na lista porque eu não assisti no cinema. Coisa da qual me arrependi posteriormente. Mas Cavaleiro das Trevas é muito melhor que Batman Begins.

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=glWUlkgjg-c 350 290]

E acho difícil o fato de a minha freqüência às salas de tela grande ser baixa ter influenciado nessa decisão. O filme é realmente muito bom. Acredito mesmo que seja o melhor filme desde que eu fui ao cinema pela primeira vez, quando assisti o Corcunda de Notre Dame.

E pensar que meu primeiro filme no cinema deveria ter sido Toy Story, mas as circunstâncias não foram favoráveis… Uma pena.

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A Ordem da Fênix: o filme

Escrito por Felipe Barros em 31.08.2008, 1:04

ordem da fênix ou armada de dumbledore?

Harry Potter e a Ordem da Fênix é, possivelmente, o livro mais chato da série. Quando eu li pela primeira vez, senti vergonha alheia dos chiliquinhos do Harry. De verdade. Sem contar que, pra começar a ação, demora muito mais do que nos livros anteriores e posteriores, até porque esse é, também, o livro mais longo da série.

No entanto, é difícil discordar que há batalhas emocionantes, incríveis e empolgantes nesse livro. Quando Dumbledore perde o cargo de diretor em Hogwarts e diz que não sairá de lá sem luta, é de arrepiar (apesar de não termos muita descrição do que acontece, podemos imaginar como o diretor derrotou quatro aurores sozinho e escapou ileso). E a seqüência no Ministério também é ótima.

e não me apareçam aqui se não arrumarem roupas mais coloridas

Claro que estou levando em conta a dificuldade de J. K. Rowling de descrever cenas de ação. Mas minha imaginação me permite vê-las de um jeito emocionante. E era isso que eu esperava ver no quinto filme da franquia. O resultado, no entanto, ficou bem abaixo da expectativa.

Pra começar, mudaram completamente o modo como Dumbledore escapa de ir a Azkaban. Ele simplesmente chama Fawkes e teleporta com a fênix. Sem luta, sem um movimento sequer de varinha. Totalmente broxante. A seqüência no Ministério foi enxugada de tal maneira que praticamente só ficaram os diálogos. A batalha de Dumbledore com Voldemort tem lá seus momentos empolgantes, mas nada comparado ao que temos no livro. Tentaram fazer um negócio meio Dragon Ball Z ali. E eu esperando feitiços voando e os dois aparatando pra cima e pra baixo pra escapar. Blé.

búuuu!

Sem contar que, mais uma vez, o filme parece todo remendado. As cenas não casam umas com as outras, tudo acontece muito na correria. Faltam momentos de tensão, muita cena acaba sem nenhum desfecho. Parece um trailer gigante. Ou um “cenas do próximo capítulo” detalhado. Que tem que enxugar o roteiro é óbvio, mas dá pra fazer melhor, sem deixar um filme muito longo.

Do jeito que fazem, não dá pra assistir o filme sem que se leia o livro. Senão você fica perdidão, sem noção nenhuma do que está acontecendo. Eu assisti já esperando por isso, queria ver as cenas de ação filmadas, mesmo que fossem diferentes do que eu imaginei. Mas o que vi foi outra grande decepção. Começo a pensar bem se vou perder meu tempo pra assistir os próximos. Já li os livros, acho que basta.

Por sorte, descobri que o filme passaria hoje na HBO. ao menos isso: não gastei um centavo pra assistir esse negócio.

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